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quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Relembrando...

Hoje parei pra pensar e refletir sobre esse ano, que por mais que pareça ter sido uma eternidade e repleto de momentos difíceis, passou muito rápido e está melhorando a cada dia. Só hoje caiu a ficha que já se passaram 8 meses. 8 meses de muita aflição, medo, insegurança e também de certeza que Deus estava comigo, cuidando de mim e enchendo meu coração de paz e força!

Deixei meus medos de lado e entreguei tudo nas mão de Deus... e hoje estou aqui!

Fucei minhas redes sociais e as das pessoas mais próximas e fui vendo as fotos, lembrando os momentos e como foi tudo isso. Vi o amor e preocupação que as pessoas tinham por mim e sou eternamente grata a cada uma delas!

Hoje posso enxergar que eu venci, mesmo a batalha não tendo acabado ainda, mas SOU MAIS QUE VENCEDORA EM CRISTO QUE ME FORTALECE!


Um beijo grande pra tds vc!

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Câncer e Atividade Física

Muitos pacientes com câncer tem duvidas sobre fazer atividades físicas no período do tratamento. Meu amigo Rafael Augusto, personal trainer, me mandou um estudo que esclarece melhor o assunto, tirando todas as dúvidas e nos deixando mais informados.


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Exercícios durante o tratamento de leucemia podem amenizar os desconfortos Segundo especialistas, não há efeitos colaterais

A prática de exercício físico pode ser uma forte aliada no tratamento da leucemia. Conhecida também como câncer de sangue, a doença debilita os pacientes e, muitas vezes, diminui a qualidade de vida. Para amenizar esse desconforto, a pediatra Beatriz Perondi e o educador físico Bruno Gualano, ambos do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (USP), pesquisaram os efeitos da atividade física em pacientes de 6 a 18 anos e constataram a melhora da coordenação motora, da capacidade respiratória e o aumento da força muscular. A atividade interferiu também nos efeitos psicológicos. Após a prática, os pesquisados apresentaram menor cansaço, além de menos depressão e irritabilidade.

O estudo analisou, a partir de testes na esteira e do programa de musculação intensa, a capacidade aeróbia e de força dos pacientes com leucemia, em fase de manutenção da doença há mais de seis meses. Esse período é considerado o mais crítico. Os participantes, que praticaram atividade física duas vezes por semana, durante três meses, apresentaram aumento substancial de força: cerca de 50%.“Obervamos melhora na qualidade de vida deles, sem qualquer evidência de efeitos adversos”, declara a pediatra. A médica ressalta ainda que a prática de exercício é recomendada ao longo dos dois anos de tratamento, período estimado de cura da doença.

Beatriz afirma que, durante o tratamento, é muito comum os médicos proibirem o exercício físico, simplesmente por acreditarem que o repouso é melhor, sem qualquer evidência científica que suporte a tese. Segundo a médica, essa atitude é um erro. “Se o exercício físico é bom para a saúde em inúmeras situações, para esse tipo de paciente pode ser também”, acredita. Já os familiares, com medo de agravar a doença, não permitem que os pacientes façam atividade para não se cansarem.

É o caso de Bruno Bezerra, 14 anos. Ele teve leucemia aos 2, e a família o impossibilitava de brincar com outras crianças e de ter contato com pessoas que não fossem os parentes e a equipe médica. A avó dele Maria Bezerra recorda que o menino ficava apenas em casa e que reclamava muito, por não poder sair. “A gente falava que era para o bem dele, mas ele, às vezes, não entendia”, diz.

Maria conta que, no intervalo do tratamento, quando Bruno apresentou melhoras, ela permitiu que o menino tivesse contato com pessoas diferentes. No entanto, o garoto contraiu catapora. “Ele estava tão debilitado que a doença foi forte, o deixando com sequelas”, afirma. Atualmente, há seis anos sem a doença, Bruno ficou deficiência no ombro, nas mãos e nos pés. “Mas ele leva uma vida normal. Brinca, joga bola com os colegas”, diz Maria. Entretanto, a avó afirma que se a leucemia voltasse, não permitiria novamente o contato externo, para evitar o aparecimento de outros males.

Baixa imunidade
Especialistas ouvidos pelo Correio explicam que os pacientes ficam mais suscetíveis a doenças devido à queda na imunidade, o que não está relacionado à prática de exercícios físicos. De acordo com o onco-hematologista e presidente da Sociedade Brasileira de Oncologia Pediátrica (Sobope), Claudio Galvão, a maioria das crianças desenvolvem leucemias agudas e, durante a maior parte do tratamento, a imunidade está comprometida em maior ou menor grau. “Em determinados momentos, é necessário transfusão de sangue ou de plaquetas”, explica. Por isso é que podem contrair doenças com mais facilidade do que as pessoas saudáveis.

A oncologista pediátrica Isis Magalhães, do Centro de Oncologia e Hematologia (Cettro), orienta que o paciente tenha uma alimentação saudável, procure frequentar ambientes abertos e evite contatos com indivíduos doentes, principalmente enfermidades infeciosas, como a catapora e as gripes. “A ocorrência de catapora ou varicela em crianças imunossuprimidas pode se manifestar de forma gravíssima, com comprometimento pulmonar e de outros órgãos internos”, atesta.

O educador físico Bruno Gualano, que participou do estudo da USP, conta que o exercício pode ser iniciado assim que for feito o diagnóstico da doença, justamente para que a criança possa suportar melhor a quimioterapia. “A ressalva é que a atividade deve ser feita por prescrição do médico e do educador físico que tenham conhecimento e experiência, para saber a dosagem ideal do exercício”, ensina. Bruno diz que os programas que englobam força, flexibilidade e exercícios aeróbios são recomendados para todas as idades. “As contraindicações são as mesmas para todas as pessoas, como febre, citopenia (baixa em alguma série hematológica), doença cardíaca não controlada e nefrite grave”, alerta.

Recomendável
O incentivo à atividade física regular em ambiente adequado, sob orientação e respeitando os limites e a disposição da criança é altamente recomendável e certamente poderá contribuir para melhorar a qualidade de vida, dizem os especialistas. “Fazer com que os pacientes saiam do leito e caminhem será sempre benéfico. Porém, na fase da quimioterapia de manutenção, os pacientes estarão mais apropriados a um programa regular, como o proposto pela pesquisa”, acredita a pediatra Isis Magalhães.

Rafael Augusto
Coach Personal
tel.: 13-96073929
www.rapersonal.com.br
instagram: @ra_personal


segunda-feira, 28 de julho de 2014

Tem males que vem para o bem...

Esses dias estava conversando com meu pai e ele me disse essa fase: Tem males que vem para o bem... e não é que é mesmo?!

Infelizmente na maioria das vezes, só conseguimos enxergar o lado negativo e as piores coisas que podem acontecer, esquecendo de pensar no lado bom, por mais difícil que seja de acreditar, tudo tem um lado positivo.

Durante a fase de descoberta de um câncer, a coisa mais difícil é pensar coisas boas, mas precisamos arrumar forças e seguir em frente, pois sempre soube que a FÉ e o nosso PENSAMENTO POSITIVO, colaboram com a nossa recuperação (sou a prova disso).

Enfrentar essa doença é uma barra, ainda mais quando se tem 20 anos e está apenas começando a viver a vida. Ter que dar um PAUSE no trabalho, faculdade para passar grande parte no hospital ou isolada em casa, não é mole não!

Mas... a doença me trouxe coisas boas!!
Deus me me tornou diferenciada no meu tratamento, me capacitando a ajudar outras pessoas, dividir minhas experiencias, compartilhar dicas para deixar essas pessoas melhores e mostrar o que o meu Deus pode todas as coisas. Alem de abrir várias portas para que eu possa falar isso na televisão, jornais, sites e por ai vai!

Agradeço e me sinto abençoada pelas oportunidades e encaro tudo isso sempre com muito otimismo, mesmo que seja difícil.

O que eu quero dizer é que precisamos enxergar o lado bom e saber que de todo o mal, podemos arrancar coisas boas, o melhor sempre vem e o pior sempre passa.


terça-feira, 15 de julho de 2014

Tudo passa, tudo passará...

Ainda bem que tudo nessa vida passa, né?! Inclusive toda a dor e sofrimento. Como diz a palavra de Deus: O choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manhã.

Na minha 1º internação, tudo o que eu mais ouvia era falar sobre a copa do mundo. Eram as pessoas, as emissoras, lembro que todos os dias eu ouvia "faltam mais de 100 dias para a copa do mundo..." e mil coisas se passavam pela minha cabeça diante daquele ''choque'' do diagnostico. E aqui estamos. A copa acabou, a pior fase do meu tratamento também e hoje estou aqui, numa fase bem melhor, vencendo meus medos, superando os desafios de cada dia e agradenço todos os dias a Deus por estar viva.

Na vida, precisamos de turbulências e tudo em nossa vida tem um proposito determinado por Deus. Por isso devemos aceitar e encarar tudo com FÉ, pois nosso Deus é aquele que tudo pode!

E depois da tempestade sempre vem um lindo dia de SOL! 


quarta-feira, 25 de junho de 2014

Vamos viver tudo que há pra viver...

Durante essa fase muita coisa em nossa vida muda e a gente passa a enxerga-la de forma totalmente diferente. Ela acaba se tornando um período de reflexão,  onde passamos a pensar mais, construir sonhos, fazer planos, dar mais valor as coisas que antes não tinham necessidade ao nossos olhos.  O simples fato de você estar perto de quem ama já é suficiente.

As coisas simples passam a ter mais importância. Dormir, comer, assistir um bom filme ou uma série, ler um livro interessante, estar perto das pessoas que amamos... isso tudo se torna uma das melhores coisas do mundo e cada momento se torna precioso.

Além de se tornar um tempo de reflexão,  esse tempo passa a ser também um tempo de aprendizado. Nós aprendemos a ser forte, mas do que já pensamos ser um dia, aprendemos a dar valor as coisas, as pessoas que estão ao nosso lado, e aprendemos que a vida é única e precisa ser vivida da melhor forma possível.

As vezes eu vejo as pessoas reclamando da vida, criando problemas onde não existe e se importando com coisas pequenas demais, isso é certo?!  Deus não prometeu que tudo ia ser lindo e maravilhoso, mas ele disse que nós teríamos aflições, sim, e que teríamos que ter bom ânimo diante das dificuldades e se alegrar em qualquer circunstância.  


Então vamos viver a vida, curtir e aproveitar cada momento e nunca se esquecer de agradecer!


segunda-feira, 23 de junho de 2014

Seja POSITIVO!

Todo mundo sabe que ter câncer e estar com câncer é muito chato!
O tratamento, os remédios, os exames, o fato de você precisar ficar dentro de casa a maior parte do tempo e quando sai precisa tomar vários cuidados... é, não é mole não!

Claro que não é fácil e nós não precisamos sorrir e ser forte o tempo inteiro. Por mais que seja difícil, precisamos ser fortes e ter pensamentos positivos, pois o nosso corpo escuta tudo o que a nossa mente diz! Então, se ficarmos pra baixo, naquela deprê, com certeza isso será pior para nós mesmos.

Às vezes surgem aqueles pensamentos ruins em nossa mente (o que é normal), pensamos várias coisas que podem acontecer, mas não podemos alimentar esses pensamentos e esses medos. O nosso cérebro manda mensagens para o corpo inteiro e para todas as células. Por isso devemos sempre ACREDITAR! Assim nosso corpo reagirá de forma positiva e beneficiará o nosso tratamento. Então, nada de pensar negativamente e se colocar para baixo!

Um conselho: quando você estiver tendo um dia daqueles (totalmente no tédio), coloque uma música bem alta (uma musica animada, claro), assista um filme legal, leia um livro ou VÁ DORMIR!  Além de o tempo passar mais rápido, dormir ajuda a aumentar a imunidade, sem contar que é tudo de bom, né?! Ainda mais nesse tempo frio.

Pense que tudo isso vai passar. Nós vemos diversos casos de pessoas que já passaram por isso e venceram! Estão aí felizes, curadas e curtindo a vida. E vai ser assim com a gente também.


“Eu escolhi ser feliz, pro meu próprio bem e pelo bem da minha saúde!”